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A mente disputada. Neurociências, IA e Campo de Consciência. A luta pelo domínio.: A grande ilusão do controle.
Coles
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A mente disputada. Neurociências, IA e Campo de Consciência. A luta pelo domínio.: A grande ilusão do controle. in Brampton, ON
By None
Current price: $11.27

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A mente disputada. Neurociências, IA e Campo de Consciência. A luta pelo domínio.: A grande ilusão do controle. in Brampton, ON
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Size: Kobo eBook
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Das neurociências de ponta à inteligência artificial capaz de analisar emoções, hábitos e pensamentos, hoje a mente tornou-se o território decisivo da nova competição global. No entanto, apesar das tecnologias cada vez mais invasivas, algo continua a escapar. Um núcleo irredutível, imprevisível, não programável.
“A mente disputada” investiga com rigor e clareza as tentativas — históricas e contemporâneas — de ler, prever e influenciar a consciência humana. Desmonta mitos, revela limites e abre uma perspectiva surpreendente: a mente pode não ser um produto do cérebro, mas uma janela para um Campo de Consciência mais amplo, uma dimensão informacional à qual cada indivíduo está conectado.
Através de um percurso que entrelaça ciência, tecnologia, filosofia e história, o livro mostra por que a consciência continua sendo a última fronteira inconquistável. E por que, em uma era de algoritmos e manipulação invisível, essa indeterminabilidade é nossa maior garantia de liberdade.
O livro se desenvolve como uma grande investigação jornalística e filosófica. Parte da história das tentativas de controle mental, desde as origens da psicologia até a propaganda política, dos programas secretos da Guerra Fria até as atuais tecnologias de vigilância e perfilagem. Reconstrói o estado atual das neurociências e d m da inteligência artificial, mostrando com clareza o que essas disciplinas podem realmente fazer — e o que, por outro lado, permanece fora de seu alcance.
O cerne do ensaio é um ponto de inflexão: a ideia de que a mente não coincide com o cérebro. As anomalias cognitivas, os estados alterados, os casos clínicos atípicos e os limites das teorias materialistas sugerem que a consciência pode ser mais ampla do que sua base biológica. O autor, com rigor e abertura intelectual, apresenta a possibilidade de que exista um “Campo de Consciência”: uma dimensão informacional não local, à qual o cérebro se conecta como uma interface. Não se trata de uma proposta mística, mas de uma hipótese compatível com paradoxos ainda não resolvidos da ciência contemporânea.
O texto se desenvolve em três níveis: histórico, científico e especulativo. Analisa a convergência entre IA e neurociências, os riscos tecnológicos e geopolíticos ligados ao controle mental, as novas teorias sobre a consciência e as implicações culturais e espirituais de um mundo em que a mente se tornou o último campo de batalha. Na segunda parte, mais ampla e interdisciplinar, explora as raízes culturais da ideia de consciência universal, as evidências marginais que desafiam o modelo materialista e os cenários futuros de uma ciência capaz de incluir a dimensão interior.
A tese final é ao mesmo tempo tranquilizadora e revolucionária: por mais poderosas que sejam, as tecnologias e as neurociências não podem capturar nem programar a consciência, porque a mente humana se alimenta de uma fonte mais vasta, profunda e irredutível. Uma fonte que garante ao indivíduo uma liberdade intrínseca, inalienável.
“A mente disputada” dirige-se a um público culto e curioso: leitores interessados em neurociências, IA, filosofia da mente, política da tecnologia e nas grandes questões sobre a identidade humana. Oferece um olhar lúcido, crítico, mas não ideológico, capaz de falar tanto aos céticos quanto àqueles que estão abertos a uma espiritualidade não dogmática.
Portanto, um livro que contribui para o debate contemporâneo sobre o que somos, no que estamos nos tornando e quais forças estão tentando redefinir o ser humano. Um guia para compreender o presente e para se orientar no futuro da consciência.
Das neurociências de ponta à inteligência artificial capaz de analisar emoções, hábitos e pensamentos, hoje a mente tornou-se o território decisivo da nova competição global. No entanto, apesar das tecnologias cada vez mais invasivas, algo continua a escapar. Um núcleo irredutível, imprevisível, não programável.
“A mente disputada” investiga com rigor e clareza as tentativas — históricas e contemporâneas — de ler, prever e influenciar a consciência humana. Desmonta mitos, revela limites e abre uma perspectiva surpreendente: a mente pode não ser um produto do cérebro, mas uma janela para um Campo de Consciência mais amplo, uma dimensão informacional à qual cada indivíduo está conectado.
Através de um percurso que entrelaça ciência, tecnologia, filosofia e história, o livro mostra por que a consciência continua sendo a última fronteira inconquistável. E por que, em uma era de algoritmos e manipulação invisível, essa indeterminabilidade é nossa maior garantia de liberdade.
O livro se desenvolve como uma grande investigação jornalística e filosófica. Parte da história das tentativas de controle mental, desde as origens da psicologia até a propaganda política, dos programas secretos da Guerra Fria até as atuais tecnologias de vigilância e perfilagem. Reconstrói o estado atual das neurociências e d m da inteligência artificial, mostrando com clareza o que essas disciplinas podem realmente fazer — e o que, por outro lado, permanece fora de seu alcance.
O cerne do ensaio é um ponto de inflexão: a ideia de que a mente não coincide com o cérebro. As anomalias cognitivas, os estados alterados, os casos clínicos atípicos e os limites das teorias materialistas sugerem que a consciência pode ser mais ampla do que sua base biológica. O autor, com rigor e abertura intelectual, apresenta a possibilidade de que exista um “Campo de Consciência”: uma dimensão informacional não local, à qual o cérebro se conecta como uma interface. Não se trata de uma proposta mística, mas de uma hipótese compatível com paradoxos ainda não resolvidos da ciência contemporânea.
O texto se desenvolve em três níveis: histórico, científico e especulativo. Analisa a convergência entre IA e neurociências, os riscos tecnológicos e geopolíticos ligados ao controle mental, as novas teorias sobre a consciência e as implicações culturais e espirituais de um mundo em que a mente se tornou o último campo de batalha. Na segunda parte, mais ampla e interdisciplinar, explora as raízes culturais da ideia de consciência universal, as evidências marginais que desafiam o modelo materialista e os cenários futuros de uma ciência capaz de incluir a dimensão interior.
A tese final é ao mesmo tempo tranquilizadora e revolucionária: por mais poderosas que sejam, as tecnologias e as neurociências não podem capturar nem programar a consciência, porque a mente humana se alimenta de uma fonte mais vasta, profunda e irredutível. Uma fonte que garante ao indivíduo uma liberdade intrínseca, inalienável.
“A mente disputada” dirige-se a um público culto e curioso: leitores interessados em neurociências, IA, filosofia da mente, política da tecnologia e nas grandes questões sobre a identidade humana. Oferece um olhar lúcido, crítico, mas não ideológico, capaz de falar tanto aos céticos quanto àqueles que estão abertos a uma espiritualidade não dogmática.
Portanto, um livro que contribui para o debate contemporâneo sobre o que somos, no que estamos nos tornando e quais forças estão tentando redefinir o ser humano. Um guia para compreender o presente e para se orientar no futuro da consciência.





















